Governo não aceita aumentar as parcelas do seguro desemprego

O seguro desemprego foi criado em 1990 através da Lei 7.998 e dá direito ao trabalhador receber uma ajuda financeira de 3 a 5 parcelas com valores entre R$ 880,00 a R$ 1.542,24 de acordo com a média dos últimos meses trabalhados.

No Governo estava tramitando um projeto de lei que aumentaria a quantidade de parcelas para o trabalhador podendo chegar a 7 parcelas. A estimativa do Ministério do Trabalho através do CODEFAT – Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo aos Trabalhadores é que mais de 500 milhões de trabalhadores fossem beneficiados.

Essa mesma medida de aumento de parcelas foi concedida aos trabalhadores de diversos setores em 2008 quando a crise financeiro assolou o cenário no Brasil e no Mundo. Com o aumento nas parcelas a intenção era atingir 43 subsetores da economia que mais demitiram no ano, seriam beneficiados mais de 20% dos desempregados do país.

Mas na última reunião realizada em outubro pelo CODEFAT – Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo aos Trabalhadores foi decidido a rejeição da proposta que aumentaria para até 7 parcelas do seguro desemprego. O Governo alega insegurança jurídica.

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